domingo, janeiro 29, 2006
Spooooooooorting
Que grande baile levaram os SLB's!!!
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domingo, janeiro 29, 2006
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sexta-feira, janeiro 27, 2006
UB40 debaixo de chuva torrencial
Nunca podemos gabar duma normalidade. Até porque o que é que é normal, aqui e ali?
Ontem adormecemos com uma carga húmida do ar que antevia a chuvada. Aquele tipo de humidade que se entranha em tudo e se nota quando vamos utilizar o papel higiénico e ele encontra-se mole, pegado, indesejado.
Eram cerca de 2.30am, eu com as minhas idas ao WC vejo uma noite absolutamente silenciosa fora a torrencialidade da chuva que já caia nesta cidade. Foi assim até agora que são 8.18am. Não parou, não parece que irá parar.
Resulta disto numa cidade, para quem já conhece, anfíbia. Temos mais água que estrada e circulam vivos os 4x4 e os clássicos “volksolas”. Tudo pára, nada acontece, esmorece uma Sexta-feira que paria entusiasmo o fim de semana, num cinzentismo ao som dos grilos, esses eternos companheiros sonoros.
Bom para uns péssimo para outros. Enquanto “limpa” e “lava” a cidade o ar, adoecem mais uns milhares de pessoas com cólera, essa eterna doença companheira das sub-condições e o florescer da mais mortífera fêmea da praça, a mosquita.
Eu pessoalmente tenho uma paixão assolapada por tudo quanto é tempestade, ciclone e tufões pela sua expressividade, força imponente que a natureza nos vai fazendo lembrar da nossa extrema fraqueza e vulnerabilidade e me devolve assim a humildade. Mas enquanto eu tenho teto, não me sai do pensamento todos aqueles que não têm e sentem na pele os efeitos desta “expressividade”.
Para já, temos os UB40, sentados a curtir o Hotel Polana, muito provavelmente sem a mínima possibilidade de realizarem o concerto amanhã. Segundo o jornal de Notícias, evento que custa cerca de 2milhões de dólares americanos, pagos pelo sector privado e onde já se encontram milhares de bilhetes vendidos. É que o regresso deste grupo britânico está marcado para Segunda-Feira e em África, quando chove, chove.
Ontem adormecemos com uma carga húmida do ar que antevia a chuvada. Aquele tipo de humidade que se entranha em tudo e se nota quando vamos utilizar o papel higiénico e ele encontra-se mole, pegado, indesejado.
Eram cerca de 2.30am, eu com as minhas idas ao WC vejo uma noite absolutamente silenciosa fora a torrencialidade da chuva que já caia nesta cidade. Foi assim até agora que são 8.18am. Não parou, não parece que irá parar.
Resulta disto numa cidade, para quem já conhece, anfíbia. Temos mais água que estrada e circulam vivos os 4x4 e os clássicos “volksolas”. Tudo pára, nada acontece, esmorece uma Sexta-feira que paria entusiasmo o fim de semana, num cinzentismo ao som dos grilos, esses eternos companheiros sonoros.
Bom para uns péssimo para outros. Enquanto “limpa” e “lava” a cidade o ar, adoecem mais uns milhares de pessoas com cólera, essa eterna doença companheira das sub-condições e o florescer da mais mortífera fêmea da praça, a mosquita.
Eu pessoalmente tenho uma paixão assolapada por tudo quanto é tempestade, ciclone e tufões pela sua expressividade, força imponente que a natureza nos vai fazendo lembrar da nossa extrema fraqueza e vulnerabilidade e me devolve assim a humildade. Mas enquanto eu tenho teto, não me sai do pensamento todos aqueles que não têm e sentem na pele os efeitos desta “expressividade”.
Para já, temos os UB40, sentados a curtir o Hotel Polana, muito provavelmente sem a mínima possibilidade de realizarem o concerto amanhã. Segundo o jornal de Notícias, evento que custa cerca de 2milhões de dólares americanos, pagos pelo sector privado e onde já se encontram milhares de bilhetes vendidos. É que o regresso deste grupo britânico está marcado para Segunda-Feira e em África, quando chove, chove.
Foto:Leandro Paul "UB40 aeroporto Maputo" 26.01.06
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sexta-feira, janeiro 27, 2006
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quinta-feira, janeiro 26, 2006
quarta-feira, janeiro 25, 2006
Fase parva, em que estou
Barriga
Coloca-se à frente de tudo e de todos literalmente, passar por cadeiras num café tornou-se num problema que é preciso incomodar sempre dizendo “desculpe...”
Conduzir o meu bólide virou tarefa e não prazer. “Será que consigo chegar à reunião?”
TODA a roupa cessou a sua existência no meu guarda-fatos. Eu já tinha feito uma limpeza, agora estou reduzida a um fato de treino comfortável.
A palavra comforto adquire contornos muito drásticos e impossíveis de atingir.
Comer, humpf! Tendo o estômago na garganta, só falta encomendar uma bulimia e desejar que isto passe. Vou comendo com essa coisa que se chama de refluxo.
A minha cama virou um paraíso de almofadas e mal vejo o meu rapaz, que se encontra lá no fundo, entre...tenho mandado uns sms pelo caminho.
Grito com todas as mulheres que me dizem que ter uma barriga “é giro”. Giro???? Está tudo doido? Giro em quê?
Tenho 10kgs a mais no 8 mês, mas começo a achar que as barrigas de 30kgs sobrevivem muito melhor. O que não sei é como iria pôr essses kilos todos, bem tentei.
Os olhares transeuntes são um fenómeno que nem vale a pena estar aqui a descrever, especialmente os dos homens, muito estranhos!
Pareço um balão prontinho para explodir. Depois agarrem-me por favor.
O que resta da mãe
Quase batia numa administradora hoje, duma empresa, numa reunião porque me falta a paciência para jogos profissionais.
“Intolerante, muito intolerante para complexos, sejam quais forem!”
“É hoje que mando tudo às utrigas! Não fosse o estado o meu maior chulo!”
Passei a ter que aceitar “zonas cinzentas”
A filha
Vai tendo paciência para a mãe, consumindo-a
Vai dando à mãe bons momentos, que é quando se meche e remeche.
Vai crescendo, credo, cada vez mais
Já manda em tudo o que faço, em tudo o que penso.
É a minha paixão.
Coloca-se à frente de tudo e de todos literalmente, passar por cadeiras num café tornou-se num problema que é preciso incomodar sempre dizendo “desculpe...”
Conduzir o meu bólide virou tarefa e não prazer. “Será que consigo chegar à reunião?”
TODA a roupa cessou a sua existência no meu guarda-fatos. Eu já tinha feito uma limpeza, agora estou reduzida a um fato de treino comfortável.
A palavra comforto adquire contornos muito drásticos e impossíveis de atingir.
Comer, humpf! Tendo o estômago na garganta, só falta encomendar uma bulimia e desejar que isto passe. Vou comendo com essa coisa que se chama de refluxo.
A minha cama virou um paraíso de almofadas e mal vejo o meu rapaz, que se encontra lá no fundo, entre...tenho mandado uns sms pelo caminho.
Grito com todas as mulheres que me dizem que ter uma barriga “é giro”. Giro???? Está tudo doido? Giro em quê?
Tenho 10kgs a mais no 8 mês, mas começo a achar que as barrigas de 30kgs sobrevivem muito melhor. O que não sei é como iria pôr essses kilos todos, bem tentei.
Os olhares transeuntes são um fenómeno que nem vale a pena estar aqui a descrever, especialmente os dos homens, muito estranhos!
Pareço um balão prontinho para explodir. Depois agarrem-me por favor.
O que resta da mãe
Quase batia numa administradora hoje, duma empresa, numa reunião porque me falta a paciência para jogos profissionais.
“Intolerante, muito intolerante para complexos, sejam quais forem!”
“É hoje que mando tudo às utrigas! Não fosse o estado o meu maior chulo!”
Passei a ter que aceitar “zonas cinzentas”
A filha
Vai tendo paciência para a mãe, consumindo-a
Vai dando à mãe bons momentos, que é quando se meche e remeche.
Vai crescendo, credo, cada vez mais
Já manda em tudo o que faço, em tudo o que penso.
É a minha paixão.
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quarta-feira, janeiro 25, 2006
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