quarta-feira, janeiro 25, 2006

Zaka


Já por muitas vezes esta rapariga foi aqui mencionada.
O ar angélico dela é só mesmo ar.
O instinto de "ave" é das características mais fortes que tem.
Asseada, simpática (fala até com má rés), sensível e inteligente.
Adoptou um sofá inteiro dela na minha reduzidíssima sala.
Come o que quer quando quer.
Não admite a fala de paciência e exige uma atitude constante de actividade que nem sempre é possível acompanhar. Mas quem não a tiver terá com toda a certeza um cão em suas mãos depressivo.
Xitsu com mistura de maltês e as suas expressões de focinho ou posso dizer faciais, são das fotografias mais instantâneas que possa partilhar.
É a nossa guerreira de brinquedo.

terça-feira, janeiro 24, 2006

Zaka ao ataque!

A minha zaka ainda em tenra idade a tentar a sorte com um velhote que a adorou e nada mais! Fim do ano de 2005 na Ponta do Ouro Posted by Picasa

UB40 em Maputo 28.01.06

Vai ser este sábado e os rapazes do reggae vão integrar um Festival Esperança, de um dia inteiro juntamente com outros grupos de Moçambique, EUA e África do Sul: Oliver Mtukudzi, Ghorwane, Lucky Dube, Kapa Dech, Rockefellers e Vinx.

Parte das receitas revertem a favor de crianças orfãs de sida para o gabinete da primeira dama, como manda a boa etiqueta social.

Mas o importante é que o estádio da Machava (e deixo as ilustrações para o Machamba as dar J) está a ser um verdadeiro local “organizado” para receber tamanho feito cultural e que esperamos todos seja do melhor e mais pacífico possível.

Esperam-se cerca de 5000 mil pessoas, arranjaram-se transportes gratuitos de Maputo até à Machava e os organizadores sugerem não se levar carro. Comida, e a vontade de se “curtir” um dia inteiro de música. É inédito.

Eu com esta barriga de 8 meses é que não vem nada a calhar, nada mesmo.

Eleições presidenciais

As de Portugal fizeram-me lembrar as de Moçambique. A falta de oferta. Não quantitativa, apenas qualitativa. Cavaco só podia ganhar.

quinta-feira, janeiro 19, 2006

Hoje acordei saloia

Eu não sabia que o era. Ouvi atentamente o programa do Prós e Contras ontem e desculpem-me a saloiice, ri-me como não me lembro de o fazer com um programa televisivo gravado em directo mas que chega aqui indirecto!

Disseram-me tantas vezes que sou saloia por esta razão e por aquela razão que me deitei a pensar, qual poder de sugestão (o poder televisivo), que se calhar era saloia e não o sabia.

Mas esta saloia que vive fora do mundo saloio luso vive de perto toda a alma, que no caso de Moçambique, que por cá foi sendo deixado ao longo dos longos anos. Mesmo com o ódio no meio é visível o culto lusitano em cada área que se possa imaginar. Arrisco-me a dizer que os não lusos mas lusófonos têm uma idéia um pouco mais clara sobre a identidade portuguesa do que os próprios. Mas quem sou eu.

Houve no início do século alguns exportados lusos para o Hawai, e ainda hoje numa perfeita mescla de culturas que por lá existe desse tempo, o pão doce dos portugueses é deliciosamente apreciado. Portanto a comida é sem dúvida alguma uma das vertentes. Mas isso é o que já sabemos.

Mas como estou saloia, sou saloia, serei saloia e assumo ser saloia, mas nada saloio sei o que dizer e todos os saloios que me lerem, sejam saloios retiro-me com nariz erguido, orgulhoso porque agora sei que sou saloia.

Saloio- camponês dos arrabaldes de Lisboa, rústico, grosseiro, finório, velhaco; diz-se de uma qualidade de pão e de outros produtos dos arredores de Lisboa, esperteza, esperteza ardilosa. In Dicionário Universal 3ª edição