Fui passear até à Swazilândia, aqui ao lado, fizemos 200Kms e o objectivo era o Royal Swazi. Um hotel de luxo, com uma paisagem lindíssima, enter vales fascinantes, uma piscina ótima um jacuzi 24h sobre 24h mesmo ao lado da piscina, o casino para quem gosta e um serviço ou atendimento que só conheço mesmo na Swazi. Confesso que não consigo entender o que os move: se o racismo, se apenas o facto de estarem a trabalhar e prefeririem claro estar nas bahamas, se pela pura inveja de ali estarem moçambicanos a curtirem um boa, de todas as cores. Mas o malvado do serviço é que me tira do sério. É que não dá para explicar, tento: "sorry sir, excuse me sir" e pura e simplemesnte viram a cara para o outro lado, mesmo depois de nos ter olhado de frente! Não é normal. Agora o bom. Andei de cavalo, fiz talvez a maior massagem da minha vida que levei 3 horas a recuperar (poupo-vos dos detalhes), jacuzi há uma e meia da noite ou da manhã como preferirem, banhos na piscina, sol muito sol, uma tempestade seca e um completo almoço no domingo. O regresso por uma estrada e fronteira nova, por Goba a EN5 e que me mostrou um moçambique dislumbrante.
Voltei, mirei resultados e pasmei com a forma que estas eleições correram. Confesso que a calma com que tudo correu por estas bandas promoveu estabilidade e calma, tão necessárias. Estivemos bem mais atentos ao Pinto da Costa, ao Santana Lopes e aos duodécimos. Mas ainda não temos resultados definitivos para dar. Aguardamos.