É uma equação muito, muitíssimo simples. Sua eficácia questionável.
Aqui vai: 80% dos recursos duma empresa são "gastos" na gestão de recursos humanos. 20% para pagar contas. Porque este post é só a dos recursos humanos, não comentarei outras áreas que afectam profundamente a existência duma empresa, mas venha a lume um economista iluminado apresentar um modelo de sobrevivência por favor, nem que seja temporal!
Não desistam qu'isto promete!
quinta-feira, outubro 21, 2004
quarta-feira, outubro 20, 2004
Poliglota adquire novos contornos.
Se eu avaliar as minhas tarefas, serei capaz em jeito de retrospectiva apanhar um chelique. Senão vejamos faço, gestão, gestão financeira, comercial, marketing, recursos humanos (esta terá um post inteirinho), administrativo, secretariado, vendas, edição e jornalismo, designer, recolha e tratamento de imagens / textos, economato, inventário / stock, informática, arquivo, relações públicas, ebusiness, btob, distribuição, coordenação da equipa de ecolaboradores (o ecolaboradores está correcto dado que a minha colaboração chega quase toda por email, valha-nos a tecnologia, mas a motivação é que não se pode enviar pelo mesmo canal). E depois serei mulher ou companheira, tia, irmã, cunhada (de uma imensa e saborosa família típica de moçambique, é que são numerosos), dois enteados em idade das "flores que nunca murcham de Samora", amiga e muito provavelmente inimiga (de alguém ou alguma coisa ou alguma convicção).
Depois quem paga as favas é a tarefa de supermercado! E as teias de aranha que só são vistas quinhentas semanas depois, a empregada que nos utiliza o troco para o chapa sem nos apercebermos, os amigos que nos vêem séculos depois, a familia nem nos vê porque esta está longe, o esqueleto cai que nem chumbo na cama.
Mas...o governo goza deste esforço, os impostos pagos a tempo (adorava que moçambique tornasse publica a informação das empresas que o fazem), os ordenados também, os fornecedores, os leitores recebem o produto, a tal de dispensa e adormeço nos braços mais carinhosos. Que faria eu sem eles?
Depois quem paga as favas é a tarefa de supermercado! E as teias de aranha que só são vistas quinhentas semanas depois, a empregada que nos utiliza o troco para o chapa sem nos apercebermos, os amigos que nos vêem séculos depois, a familia nem nos vê porque esta está longe, o esqueleto cai que nem chumbo na cama.
Mas...o governo goza deste esforço, os impostos pagos a tempo (adorava que moçambique tornasse publica a informação das empresas que o fazem), os ordenados também, os fornecedores, os leitores recebem o produto, a tal de dispensa e adormeço nos braços mais carinhosos. Que faria eu sem eles?
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quarta-feira, outubro 20, 2004
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* Desconsigo.
Tentava eu concentra-me apenas nos acontecimentos nacionais (Moçambique) quando na têvê oiço:
Bagão Félix "pequenas e médias empresas com direito a uma única conta bancária" - que farrabadó isto vai ser!
Sarmento "A independência tem de ser controlada. Há que criar um novo modelo de serviço público..." - alguém se lembra do Hitler?
Orelhas "Eu sou um homem de família..." - os outros homens devem ser homens de uma outra espécie rara que me não ocorre neste momento por incapacidade total. Talvez o lado bizarro que os humanos têm provenha da existência de pessoas como o "orelhas".
Começo a achar que o problema é a demasiada brilhantina utilizada no cabelo pelo primeiro ministro.
Algo me confundia no discurso político em moçambique, apelando ainda hoje ao fim de 30 anos a guerra, o colonialismo, dando a parecer que existia falta de objectivo por parte de quem governa. Mas depois vejo que os portugueses ainda hoje apelam aos descobrimentos e são 500 anos.
Cruz credo.
*Esta uma expressão típica utilizada em moçambique que dá imenso jeito utilizar pois permite uma maior expressividade. Ora tentem lá dizer rápidamente "não consigo" e lentamente "desconsigo"! Percebem né?
Bagão Félix "pequenas e médias empresas com direito a uma única conta bancária" - que farrabadó isto vai ser!
Sarmento "A independência tem de ser controlada. Há que criar um novo modelo de serviço público..." - alguém se lembra do Hitler?
Orelhas "Eu sou um homem de família..." - os outros homens devem ser homens de uma outra espécie rara que me não ocorre neste momento por incapacidade total. Talvez o lado bizarro que os humanos têm provenha da existência de pessoas como o "orelhas".
Começo a achar que o problema é a demasiada brilhantina utilizada no cabelo pelo primeiro ministro.
Algo me confundia no discurso político em moçambique, apelando ainda hoje ao fim de 30 anos a guerra, o colonialismo, dando a parecer que existia falta de objectivo por parte de quem governa. Mas depois vejo que os portugueses ainda hoje apelam aos descobrimentos e são 500 anos.
Cruz credo.
*Esta uma expressão típica utilizada em moçambique que dá imenso jeito utilizar pois permite uma maior expressividade. Ora tentem lá dizer rápidamente "não consigo" e lentamente "desconsigo"! Percebem né?
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quarta-feira, outubro 20, 2004
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big brother is watching u!
venham logo essas eleições, as dos eua para eu descansar e concentrar-me nestas que se avizinham aqui em moçambique.
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quarta-feira, outubro 20, 2004
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terça-feira, outubro 19, 2004
descobriram-me a careca.
Que fazer. Andei eu aqui tão calminha, no meu ritmo próprio e záááás, quando lá vou espionar os outros, neste planeta - dos blogs, entretanto cresceram-me os olhos, as pernas ficaram tipo barris, o cabelo encaracolou e o cérebro mirrou - vejo-me escarrapachada num outro bloggista. Só não sei se com as mesmas características de blogs que as minhas! Além de me ter descoberto, eu diria re-descoberto, ainda por cima toca numa aspecto deveras interessante aqui - o anonimato. Que apesar de se encontrarem apenas as minhas iniciais lá postas quem não sabe quem é a senhora da Passada? Pelo menos neste meio tão resoluto, é difícil, fazendo-me lembrar algumas férias que eu tirava em Evoramonte (imagine-se, só tem uma rua a atravessar e vê-se uma tabuleta antes de passar pela taberna e outra à saída, cerca duns 2kms). Agora que ele me colocou no dele, só me acrescentou a responsabilidade. Mas e porque a Lei aqui existe e defende que um estrangeiro não pode servir-se da pena na terra, lá vamos encontrando uns escaparetes onde até nos seja permitido penar e depenar.
Aqui somos todos anónimos e todos conhecidos, é o que vale! Khanimambo pelas boas vindas, cá estarei porque já não me é permitido escapar!
PS - tive mesmo muita vontade de me esticar com o saboroso escândalo visto por todas as têvês lusas do futebol. Só achei que as mesmas já exploram qb., o que me envergonha.
Aqui somos todos anónimos e todos conhecidos, é o que vale! Khanimambo pelas boas vindas, cá estarei porque já não me é permitido escapar!
PS - tive mesmo muita vontade de me esticar com o saboroso escândalo visto por todas as têvês lusas do futebol. Só achei que as mesmas já exploram qb., o que me envergonha.
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terça-feira, outubro 19, 2004
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